Roberto Tourinho promete fiscalizar o governo até o fim do mandato

Quando chega o fim do primeiro semestre, é normal que os vereadores prestem contas à população do que fizeram nos seis primeiros meses das atividades legislativas. A reflexão é do vereador Roberto Tourinho, que contabiliza as ações, realizadas por meio de projetos de lei, requerimentos, indicações, pedidos de sessões especiais e solenes e audiências públicas para discutir problemas de Feira de Santana. “Nos dedicamos a denunciar, acompanhar, fiscalizar atos da administração municipal”, disse.

Mantendo a sua postura em defesa das pessoas com necessidades especiais, o que sempre caracterizou seus mandatos, Tourinho apresentou Projeto de Lei que assegura a pais ou responsáveis nesta condição o direito a matricular seus filhos em unidades de ensino próximas. A sensibilidade do vereador marcou também o PL que garante atendimento prioritário a pessoas com câncer nas unidades de saúde. “Quanto mais rápido essas pessoas iniciarem o tratamento, mais chances terão de cura”, afirmou.

“Eu sou um crítico do sistema de transporte, que tem tarifas caras e ônibus velhos, que muitas vezes não atendem o usuário”, destacou Tourinho, que fez diversos pronunciamentos sobre o assunto, inclusive quando foram retirados os ônibus que atendiam a zona rural. Outro tema do qual ele não se distancia é o Centro de Abastecimento, que reafirmou estar abandonado. Segundo o vereador, “Feira tem três grandes patrimônios, a UEFS o Clériston Andrade e o Centro de Abastecimento”.

Também causam indignação ao oposicionista as obras abandonadas ou inacabadas., a exemplo do CMDI do bairro Baraúnas e do BRT, além de escolas municipais. Ele sinalizou que o governo retomou algumas dessas obras e deu celeridade, mas

disse que “não perdemos de vista o BRT, que começou a ser construído em 2015, R$ 100 milhões já foram gastos e a população não sabe quando será concluído”. Ainda é alvo do vereador a questão das viaturas do SAMU. São 10 cadastradas pelo Governo Federal, os recursos são para essa quantidade, mas só três ou quatro estão em circulação.

Continuar vigilante até o último dia do mandato e cobrando das autoridades que cumpram o seu papel é a meta de Roberto Tourinho, que lembrou ainda a época de pandemia e as cobranças que tem feito para um atendimento efetivo nas unidades de saúde, distribuição de EPIs para quem está na linha de frente e realização de maior número de testagem. “A Secretaria de Saúde está muito distante de seu verdadeiro papel, que é assegurar saúde pública para as pessoas que precisam”, frisou, lembrando que também preocupam a dengue, chikungunia e zika.

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