"Basta tocar em homossexualismo que dá processo", diz vereador, em defesa de dois pastores

"Ninguém pode mais tocar no assunto homossexualismo, usar o termo gay ou lésbica que sofre processo”, afirma o vereador Edvaldo Lima (DEM), em  referência a dois irmãos pastores evangélicos mineiros, que respondem a processos por "crime de LGBTfobia"  após terem dado declarações consideradas polêmicas pela Aliança Nacional LGBTI+.  A pastora e cantora Ana Paula Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, é processada por ter gravado um vídeo em que  teria dito que a AIDS é um "castigo aos homens gays por terem pecado”. A declaração viralizou nas redes sociais. A Aliança Nacional LGBTI+ divulgou nota de repúdio e afirmou que vai processá-la. O irmão da cantora, o pastor André Valadão, também da Igreja Batista da Lagoinha, tem sofrido ataques e está sendo processado, acusado de ter dito que “gays não podem frequentar a igreja”. De acordo com Edvaldo Lima, na verdade, dois homens se encontravam na igreja, namorando, e o pastor disse que "lá era um local santo, não para ficar se beijando”. O vereador vê perseguição aos evangélicos, "que amam e respeitam todas as pessoas, mas não aos seus pecados, independente da orientação sexual”.

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O vereador parabenizou a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, que anunciou estar estudando medidas legais contra o filme “Cuties”, produção francesa da Netflix acusada de sexualizar crianças.  “A senhora é um exemplo para o nosso país na defesa pelo respeito a família e aos cidadãos e contra filmes que sexualizem as crianças e os adolescentes”, afirmou.


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