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APLB apresenta demandas da categoria da educação em sessão na Câmara
12 de agosto de 2026

APLB apresenta demandas da categoria que visava solucionar algumas pendências na educação feirense, assinada pelo Governo Municipal de Feira de Santana, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), a Procuradoria Municipal e a APLB Sindicato, foi criticado pela direção da entidade nesta quarta-feira (12), na Câmara. A situação, inclusive, segundo afirmou a presidente do sindicato, Marlede Oliveira, durante pronunciamento na Tribuna Livre da Casa, tem desmotivado os trabalhadores, sendo uma das razões para a paralisação dos servidores da educação prevista para hoje.

Segundo a dirigente, o prazo de atendimento das decisões constantes da pauta seria até novembro do passado. E neste tempo, a categoria teria cumprido a sua parte, aguardando a efetivação dos pontos consensuados com a gestão. “Esse acordo foi assinado em agosto de 2025, não fizemos paralisação, nem greve. Tivemos ao menos quatro audiências, mas as questões não foram resolvidas. Mais uma está marcada para as 16h de hoje”, disse Marlede Oliveira, lembrando que em assembleia geral se decidiu paralisar as atividades.

A sindicalista pediu que a Comissão de Educação da Câmara visite as unidades de ensino, a fim de verificar “in loco” os problemas existentes. Falta de professores e cuidadores nas escolas, reclamações sobre a qualidade da alimentação escolar e não cumprimento da Tabela Salarial dos Profissionais do Magistério, foram alguns dos listados por ela. Marlede Oliveira afirmou, ainda, que apesar da previsão de receber uma média de R$ 590 milhões de recursos do FUNDEB este ano, o Município paga salários menores que os municípios de Irará, Santo Estevão, Santa Bárbara e Coração de Maria.

E um estudo do DIEESE, frisou a dirigente da APLB, demonstrou que as perdas salariais para quem tem Mestrado e Doutorado, em Feira de Santana, passa de 90%. “Portanto, os problemas se resolvem é sentando, negociando e cumprindo acordos. Esta entidade tem 74 anos de existência e cumpre o estatuto que determina a luta por educação pública e gratuita, mas também recomenda lutar pela valorização dos profissionais”, observou.

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