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Libras: Centro de Acessibilidade e professores especializados para a rede municipal
6 de fevereiro de 2026

Visando promover em Feira de Santana a instalação de um espaço especializado que possa contribuir para a efetivação dos direitos de comunicação, informação e cidadania das pessoas usuárias da Língua Brasileira de Sinais (Libras), está sendo sugerida ao Governo Municipal a criação do Centro Municipal de Acessibilidade e Comunicação em Libras (CMACL). A proposta foi encaminhada ao prefeito José Ronaldo, através de indicação apresentada na Câmara pelo vereador Pedro Américo (Cidadania).

O objetivo, conforme explica o parlamentar no ofício, é colaborar na ampliação de ações de inclusão e de atendimento à comunidade surda feirense, oferecendo cursos introdutórios em Libras, atendimentos interdisciplinares e orientações culturais. Da mesma forma, o centro servirá para capacitação tanto de servidores de órgãos públicos municipais, quanto para a população em geral.

Pedro Américo ressalta que, se a sugestão for acatada pela Prefeitura, o Município terá uma estrutura adequada para promover a capacitação permanente e qualificada nos órgãos municipais. Isto, além de fortalecer o atendimento acessível e humanizado, contribuirá para reduzir barreiras na comunicação envolvendo este grupo populacional. “Entendemos que a criação do CMACL representa um avanço significativo para a inclusão das pessoas surdas e para a construção de uma cidade mais igualitária”, defende ele.

PROFESSORES ESPECIALIZADOS EM LIBRAS

Seguindo linha semelhante de raciocínio, no que diz respeito ao atendimento à comunidade surda, Pedro Américo sugere em uma outra indicação que o Município contrate professores especializados em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para atuarem nas escolas municipais de Feira. O vereador argumenta que a falta de docentes habilitados em Libras, atualmente, compromete o desenvolvimento pedagógico dos estudantes surdos e dificulta a integração deles nas atividades escolares.

“A inclusão só é verdadeiramente alcançada quando o ambiente educacional oferece condições equitativas de aprendizagem. E isso passa, necessariamente, pelo uso da língua que constitui o principal meio de comunicação desses alunos”, defende Pedro Américo. A presença de profissionais capacitados, insiste o parlamentar, é essencial para garantir que os alunos surdos tenham acesso ao processo educacional de forma plena, efetiva e com respeito às suas especificidades linguísticas e culturais.

 

Foto: Fernando Frazão/Ag Brasil

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