
A Marcha para Jesus deste ano deverá receber recursos volumosos e o apoio necessário por parte do poder público municipal. Está é a expectativa dos vereadores que marcaram presença na sessão solene, realizada na noite da última quarta-feira (11), em comemoração aos 30 anos do evento.
A Marcha, pontuou Ismael Bastos (PL), deve ser “do tamanho da representação dos evangélicos na Casa”. Ele reforçou que o evento não é apenas religioso, mas cultural e, portanto, merece “investimentos robustos”, como acontece com a Micareta: “Queremos grandes cantores nacionais e locais e recursos suficientes para fazermos uma grande comemoração”.

No mesmo sentido, discursou Pedro Américo (Cidadania): “O poder público deve, sim, bancar o evento, com estrutura e recursos necessários”. O vereador enalteceu a importância da realização da Marcha e da sessão comemorativa realizada ontem, reconhecendo que a “Casa cresce muito honrando a Marcha”.

Mesmo sendo católico, o petista Silvio Dias acredita que a Marcha é um momento de “celebrar o Divino” e precisa ser valorizada e receber o apoio tanto do Estado quanto do Município: “O poder público tem a obrigação de dialogar com todas as igrejas, que consegue alcançar todos os lares”, observou, garantindo a presença no evento.

Evangélico, para o vereador Eli Ribeiro (Republicanos), a Marcha para Jesus é o momento de unificação das igrejas e reforçou a importância da escolha dos representantes políticos: “É desta Casa que saem as leis. Então, quando for escolher os reis, priorize o que for da sua tribo, o que pensa como você. A cabeça do cristão precisa evoluir em relação a isso”. Vereador de quatro mandatos, o também evangélico Edvaldo Lima (UB) agradeceu ao edil Jorge Oliveira (PRD) pela promoção da sessão, e informou que o maior obstáculo encontrado é “honrar o nome do Senhor nesta cidade”, reconhecendo ser “um pouco intransigente”.

O deputado José de Arimateia (Republicanos) pontuou que a sessão “marca muito minha vida” e parabenizou o presidente Marcos Lima (União Brasil) – também presente na sessão – pela forma como está conduzindo a Casa, “que tem papel fundamental na administração da cidade”. Pastor, José de Arimateia afirma que a Marcha para Jesus tem um significado muito importante por se tratar de uma “obra de Deus”. O crescimento do evento acontece a cada ano, afirmou, e sugeriu que seja “descentralizada, para que os bairros se mobilizem simultaneamente”.

Compuseram a Mesa de Honra o vereador Marcos Lima (UB); o deputado estadual, José de Arimatéia (Republicanos); o secretário Municipal de Habitação, pastor Valdivan Nascimento, representando o prefeito José Ronaldo de Carvalho; o Procurador-Geral do Município, Guga Leal; o vereador autor da sessão, Jorge Oliveira (PRD); a pastora Úrsula Câncio, representando a apóstola Mary Ângela Alves (presidente da COMMFE); o presidente da Caverna de Adulão, apóstolo Roque Hudson, e o presidente da Amipe e palestrante da sessão, apóstolo José Ribeiro Santana.

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