
O retorno da realização de projetos artísticos e culturais considerados relevantes para a população de Feira de Santana, como o Festival Vozes da Terra, Festival Gospel, Projeto Teatro Vai aos Bairros e Programa Arte de Viver, está sendo sugerido à Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL). A ideia, segundo indicação encaminhada ao prefeito José Ronaldo pelo vereador Jorge Oliveira (PRD), é que o poder público municipal reative estas ações e eventos, visando contribuir na valorização de talentos locais, no estímulo à produção cultural e na ampliação do acesso dos feirenses à arte e à cultura.
“O que sugerimos, portanto, é o fortalecimento de iniciativas culturais que marcaram positivamente a vida artística e social do nosso Município. É tanto, que nas edições realizadas, estes projetos demonstraram grande relevância para o fomento cultural e o desenvolvimento social da cidade”, diz o parlamentar.
Os festivais Vozes da Terra e Gospel, afirma Jorge Oliveira, consolidaram-se como espaços de visibilidade e incentivo à música local, revelando talentos e promovendo diversidade artística em Feira. Já o Teatro Vai aos Bairros garantiu o acesso da população a espetáculos teatrais em diversas regiões diferentes da cidade. No mesmo sentido, segundo o vereador, o programa “Arte de Viver” conseguiu proporcionar, através de oficinas gratuitas oferecidas à comunidade, importante formação artística e inclusão social.
Pela relevância das iniciativas e para atender uma reivindicação da classe artística, Jorge Oliveira solicita que o gestor avalie com o secretário da pasta de Cultura, a possibilidade realizar um estudo técnico a fim de iniciar o planejamento necessário para a reativar os projetos. “Além do estímulo à criatividade, principalmente entre os jovens e comunidades em situação de vulnerabilidade social, a reativação destas iniciativas contribuirá para o fortalecimento da economia criativa e formação de novos públicos para a arte”, defende Jorge Oliveira.
Ele lembra que há necessidade da pasta responsável verificar e organizar questões como inclusão dos eventos no calendário cultural do município, previsão orçamentária e estrutura logística, no caso de acolher a sugestão. “Sem esquecer da elaboração de editais ou chamamento público, que devem ser pensados para garantir ampla participação da categoria artística e das comunidades interessadas”, frisa.
Foto: site Jornal Grande Bahia
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