
A APLB Sindicato, representante dos trabalhadores da Educação de Feira de Santana, precisa explicar para os filiados o porquê e a que se referem alguns pagamentos feitos para uma consultoria jurídica que foi alvo de uma operação do Ministério Público da Bahia (MP-BA), recentemente. O questionamento foi levantado pelo vereador José Carneiro (União), que em discurso na sessão da Câmara desta quarta-feira (12), cobrou que a entidade faça prestação de contas dos recursos repassados à empresa sob investigação.
Segundo o líder da Bancada de Governo, o MP-BA deflagrou uma operação onde advogados foram acusados por “crime de falsidade ideológica e organização criminosa”. E um dos escritórios constantes na relação teria um advogado que se intitula como diretor da APLB nas redes sociais. Essa referida consultoria recebeu da entidade, conforme o parlamentar, aproximadamente um total de R$ 2,9 milhões. “E ainda vem aqui fazer acusações ao Governo Municipal, sem provas. Esse dinheiro foi repassado e a APLB não diz para onde foi e o porquê”, reclamou José Carneiro.
O pronunciamento do vereador ocorreu no momento em que rebateu críticas feitas pela entidade sindical ao Governo Municipal, durante uso da Tribuna Livre da Casa, na manhã de hoje. O líder governista lamentou o fato de a organização “nunca reconhecer as melhorias” promovidas nas escolas pelos governos de Colbert Filho e José Ronaldo. E inclusive, por não ter visto a entidade celebrar o fato de Feira ter sido a cidade com maior índice de crescimento no IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, relativo a 2025. “Nunca fez alusão. Só fala de recursos e dinheiro, e não reconhece os méritos da gestão”, observou ele.
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